REGIMENTO INTERNO DO MOVIMENTO JOIA

CAPÍTULO I

DA DENOMINAÇÃO E FINALIDADE

Art. 1º- O Movimento JOIA - Jovens Organizando e Instituindo Amor, com sede no SMT –Área Especial 01- Capela Imaculada Conceição de Maria – Taguatinga Sul, é uma instituição da Igreja Católica, Apostólica, Romana, sem fins lucrativos, declarada de utilidade pública, conforme estatuto registrado no cartório do 2º Ofício de Registro de Pessoas Jurídicas e extrato de reconhecimento de utilidade pública publicado no Diário Oficial do Distrito Federal de 18 de setembro de 1992 e ratificado pela Câmara Legislativa do DF, por meio do Projeto de Lei nº 3090/2002, publicado no DODF de ____/____/____.

Art. 2º- O Movimento JOIA tem como objetivo a participação ativa nas diversas pastorais da Igreja, bem como a realização de trabalhos de promoção humana e de evangelização de jovens e adultos, promovendo cursos de conversão e princípios da fé.

CAPÍTULO II

DA ORGANIZAÇÃO E COMPOSIÇÃO

Art. 3º- O Movimento JOIA é constituído por um Conselho, uma Coordenação Central, uma Diretoria Espiritual, Subgrupos e Equipes de Apoio e seus membros.

§ 1º- O Conselho é formado por:

I - Coordenação Central;

II - Diretoria Espiritual;

III - Coordenadores de Subgrupos e de Equipes de Apoio;

IV - ex-presidentes atuantes;

V – Membro Fundador.

§ 2º- A Coordenação Central é composta por:

a) Presidente;

b) Vice-Presidente;

c) Primeiro e Segundo Secretários.

§ 3º- A Diretoria Espiritual é formada por pessoas consagradas no sacramento da ordem: diáconos, padres e bispos, bem como pessoas consagradas à vida religiosa (religiosos e religiosas), e dois membros leigos do movimento, um masculino e um feminino.

§ 4º- Os subgrupos e as equipes de Apoio são compostos por um coordenador, um vice-coordenador e seus membros, joistas ou não.

§ 5º- A instituição é composta pelos membros fundadores e por joistas atuantes e religiosos e religiosas da Diretoria Espiritual.

CAPITULO III

DA COMPETÊNCIA

TITULO I - DO CONSELHO

Art. 4º- Compete ao Conselho reunir-se ordinariamente para deliberar sobre assuntos relativos à estrutura do Movimento JOIA e, em particular, para:

I - Participar a título deliberativo nos processos de julgamentos disciplinares ou de ordem legal, cabendo-lhe a decisão da pena ou sanção a ser aplicada;

II - Respeitados os limites deste Regimento, colaborar em nível de indicação, sugestão, aprovação ou escolha de membros que dirigirão atividades de fulcro no âmbito do Movimento JOIA, conforme o caso;

III - Em caso de dissolução ou afastamento geral dos membros da Coordenação Central ounão eleição assumir (interinamente) a direção do Movimento, enquanto organiza as condições para uma nova eleição;

IV - Definir a linha de ação do movimento;

V - Elaborar as normas relativas ao funcionamento do movimento;

VI - Aprovar a criação ou extinção de Equipes de Apoio ou Subgrupos;

VII - Aprovar proposta de criação ou alteração de símbolos, logomarcas, hinos ou similares que personalizem o Movimento JOIA;

VIII - Decidir sobre as excepcionalidades e casos omissos do Regimento Interno.

IX - Coordenar e fiscalizar o processo de eleição da Coordenação Central do Movimento JOIA, dos Coordenadores de Subgrupos e Coordenadores de Equipes para o mandato seguinte; acompanhar a formação de chapas que concorrerão à Coordenação Central;

X - Sancionar alterações regimentais e estatutárias;

XI - Elaborar o roteiro e critérios que nortearão a entrevista aos candidatos ao Encontro;

TITULO II - DA COORDENAÇÃO CENTRAL

Art. 5º- Compete a Coordenação Central planejar, organizar e coordenar as atividades inerentes ao Movimento, bem como participar na elaboração de normas relativas ao funcionamento dos Subgrupos e das Equipes de apoio do Movimento como um todo, devendo:

I - Propor abertura de processo de julgamento disciplinar de membros do Movimento;

II - Divulgar, após apreciação ou decisão do Conselho, os candidatos a coordenadores de atividades (Encontros, Retiro de carnaval, correntões, reencontros etc);

III - Tornar público as alterações regimentais e estatutárias previamente aprovadas (sancionadas) pelo conselho;

IV - Apreciar e votar matéria e outros assuntos para os quais seja convocada;

V - Nomear e exonerar oficialmente os coordenadores das Equipes de Apoio, para mandato adstrito à sua gestão;

VI – Elaborar e divulgar o cronograma periódico de atividades do Movimento JOIA;

VII - Respeitadas as atribuições dos Subgrupos e Equipes de Apoio, fiscalizar e aprovar qualquer atividade promocional que envolva movimentação de recursos financeiros;

VIII - Representar o Movimento JOIA em suas atividades externas;

IX - Representar juridicamente o Movimento;

X - Coordenar as reuniões gerais do Movimento;

XI - Convocar extraordinariamente o Conselho para deliberar sobre assuntos de sua competência;

XII - Em caso de empate em quaisquer votações a pessoa que dirige o processo eleitoral lançará a sorte (tendo por base a Eleição de Matias Atos 1, 15-26);

TÍTULO III - DA DIRETORIA ESPIRITUAL

Art. 6º- Compete a Diretoria Espiritual:

I - Orientar e supervisionar as atividades religiosas de formação do Movimento JOIA, preservando seus objetivos específicos;

II - Intervir participar em processos de julgamentos ou em casos que a Coordenação Central ouConselho acreditem que qualquer membro esteja prejudicando os princípios do Movimento e da Doutrina da Igreja Católica;

III - Participar da Equipe de Formação;

IV – Os membros leigos da Diretoria Espiritual deverão interagir com os membros Consagrados;

V – Na ausência da Diretoria Espiritual Consagrada, caberá aos membros leigos exercer deforma mais efetiva as funções relativas à Diretoria Espiritual consagrada.

TÍTULO IV - DAS EQUIPES DE APOIO

Art. 7º- Compete a Equipe de Tesouraria, sob a supervisão do 2º Secretário:

I - Receber contas e efetuar pagamentos, bem como a proceder à movimentação bancária em conjunto com a Coordenação Central;

II - Apresentar balancete trimestral e anual;

III - Efetuar pagamento de impostos, taxas, recolhimentos fiscais e sociais, bem como todasas despesas pertinentes;

IV – Prever as receitas e planejar as despesas junto com a Coordenação Central;

V - Controlar as receitas e despesas;

VI - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bemcomo cumprir as determinações emanadas no guia da sua função.

Art. 8º- Compete a Equipe de Secretaria, sob a supervisão do 2º Secretário

I - Organizar e arquivar documentos;

II - Expedir e receber correspondências;

III - Prover e adquirir material de consumo;

IV - Interagir com a Tesouraria para assuntos de despesas;

V- Interagir com a Equipe de Recepção para manter atualizado o cadastro dos joistas;

VI - Manter atualizado o cadastro dos colaboradores e contatos;

VII - Controlar, distribuir e recolher o material dos cursos e atividades afins;

VIII - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bem como cumprir as determinações emanadas no guia da sua função.

Art. 9º- Compete a Equipe de Patrimônio

I - Controlar os bens móveis e imóveis do Movimento JOIA;

II - Manter sob o seu controle, em local apropriado os bens móveis;

III - Providenciar o conserto dos bens;

IV - Comunicar à Coordenação Central o extravio de bens, para apuração de

responsabilidades;

V - Propor a baixa de bens, quando se tornarem inservíveis, antieconômicos, por venda,alienação ou outra forma de desfazimento;

VI - Manter atualizado o Termo de Responsabilidade;

VII - Realizar o Inventário dos bens ao final do exercício de sua gestão;

VIII – Zelar pelos bens no que diz respeito à sua documentação, estrutura física e conservação;

IX – Interagir com a Equipe de Secretária;

X - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bem como cumprir as determinações emanadas no guia da sua função.

Art. 10- Compete a Equipe de Promoções e Festas

I - Programar a realização de eventos culturais e festivos de acordo com a Coordenação Central;

II - Coordenar e organizar a participação do Movimento em eventos internos e externos de natureza cultural ou festiva;

III - Submeter à Coordenação Central a programação de atividades previstas no Inciso I, para adequação ao cronograma do Movimento JOIA;

IV - Interagir com a Equipe de esportes visando a realização de eventos comuns;

V - Interagir com a Equipe de Tesouraria;

VI - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bem como cumprir as determinações emanadas no guia da sua função.

Art. 11– Compete a Equipe de Esporte

I - Coordenar e realizar as atividades esportivas do Movimento JOIA;

II - Submeter à Coordenação Central a programação esportiva, para adequação ao cronograma do Movimento JOIA;

III - Interagir com a Equipe de promoções e festas visando a realização de eventos comuns;

IV - Promover atividades esportivas visando a integração dos membros com os de outros grupos;

V - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bem como cumprir as determinações emanadas no guia da sua função.

Art. 12– Compete a Equipe de Terço

I - Programar a realização da oração do terço;

II - Colaborar e incentivar as pessoas a participarem de terço e de vigílias, despertando-lhes o interesse pela oração;

III - Divulgar o local e horário do Terço;

IV – Interagir com a Equipe de Intercessão;

V - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bem como cumprir as determinações emanadas no guia da sua função.

Art. 13– Compete a Equipe de Comunicação e Informativo

I - Divulgar as atividades culturais, sociais, artísticas, recreativas e religiosas internas e externas;

II - Recolher e preparar matéria para o informativo;

III - Incentivar os membros a enviar matéria para o Informativo;

IV - Redigir, imprimir e distribuir periodicamente o Informativo;

V - Buscar patrocínio a subsidiar suas atividades fazendo a devida prestação de contas à Equipe de Tesouraria;

VI – Coordenar, incentivar e fiscalizar as atividades do Movimento JOIA junto à mídia em conjunto com a Coordenação Central;

VII – Interagir com a Equipe de Tecnologia;

VIII - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bem como cumprir as determinações emanadas no guia da sua função.

Art. 14– Compete a Equipe de Formação

I - Interagir com a Diretoria Espiritual nas suas atividades;

II - Propor a realização de cursos de formação;

III - Coordenar, incentivar e dirigir estudos bíblicos, catequéticos, doutrinários, etc.;

IV - Promover a formação dos membros do Movimento JOIA ou interessados para recebimento dos sacramentos;

V - Participar dos testes de elos e meditações;

VI - Subsidiar o Palestrista na preparação de sua palestra;

VII - Promover conferências e debates sobre temas de interesse do Movimento JOIA;

VIII - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bem como cumprir as determinações emanadas no guia de sua função.

Art. 15– Compete a Equipe de Liturgia e Canto

I - Auxiliar o celebrante nas missas de responsabilidade do Movimento;

II - Buscar formação específica no âmbito de suas atividades;

III - Interagir junto com a Equipe de Formação, para aprofundamento e engajamento dos membros quanto à liturgia;

IV - Colaborar na animação das diversas atividades interna e externa do Movimento, inclusive da Arquidiocese;

V - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bem como cumprir as determinações emanadas no guia de sua função.

Art. 16– Compete a Equipe de Recepção e Engajamento

I - Interagir com a equipe de secretaria para manter atualizado o cadastro de joistas;

II - Estimular entre os joistas um espírito de atenção para com todos os membros, especialmente dos mais novos;

III - Ajudar e orientar os membros para engajamento em Subgrupos e Equipes;

IV – interagir com a Equipe de Tecnologia na identificação de todos os membros e visitantes;

V – Promover a apresentação de visitantes e membros afastados na reunião geral;

VI – Manter o sistema de mini farmácia para assistência dos membros e dos visitantes (1ºs socorros);

VII - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bem como cumprir as determinações emanadas no guia da sua função.

Art. 17 –Compete a Equipe de Intercessão

I – Promover a intercessão pelo Movimento JOIA, de forma geral, colocando-se de prontidão, orando e vigiando, à luz do que ensinam as Sagradas Escrituras;

II – Interceder pelas ações e decisões do Conselho, da Coordenação Central e da Diretoria Espiritual do JOIA;

III – Interceder pelo desenvolvimento das atividades dos Subgrupos e Equipes do Movimentoe suas necessidades;

IV – Estar atentos às necessidades de oração dom membros joistas, atuantes ou não;

V – Interceder pelas festas e eventos promovidos pelo Movimento JOIA ou dos quais o Movimento seja convidado a participar;

VI – Interagir com a Equipe de terço;

VII – Participar assiduamente da Santa Missa, com oferecimento especial pelas intenções do Movimento JOIA;

VIII - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bem como cumprir as determinações emanadas no guia da sua função.

Art. 18– Compete a Equipe de Tecnologia

I – Criação e manutenção de sistema automatizado para cadastro de joistas;

II – Criar e manter o Sistema informatizado que auxilie no cadastro, identificação do Movimento JOIA, visitantes e colaboradores;

III – Manter página na internet para divulgação das atividades pastorais do Movimento JOIA;

IV – Oferecer subsídio Tecnológico às Equipes e Subgrupos;

V - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bemcomo cumprir as determinações emanadas no guia da sua função.

Art. 19 –Compete a Equipe de Arrecadação

I – Arrecadar e organizar em forma de contribuição mensal o dízimo dos membros joistas;

II – Promover atividades no âmbito das reuniões ordinárias que complementem aarrecadação de recursos para custear despesas do movimento;

III – Incentivar os membros joistas a contribuir com o dízimo;

IV– Interagir com a Equipe de Tesouraria;

V - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bem como cumprir as determinações emanadas no guia da sua função.

Art. 20 -Compete a Equipe de Crianças

I – Acolher as crianças durante as reuniões do Movimento JOIA para garantir a participação dos pais;

II – Incentivar a participação das crianças nas catequeses paroquiais;

III – Incentivar as crianças a viver em comunidade e à partilha;

IV – Angariar material didático e pedagógico para o entretenimento das crianças durante as reuniões;

V – Manter Sistema de Fraldário;

VI - Atender no âmbito de suas atividades as solicitações da Coordenação Central, bem como cumprir as determinações emanadas no guia da sua função.

TITULO V - DOS SUBGRUPOS

Art. 21- Os Subgrupos, tem como objetivo realizar um trabalho de evangelização de pessoas, no âmbito da pastoral em que trabalha, seja através de curso, seja por meio de visita, competindo-lhe:

I - Prestar assistência às pessoas por elas assistidas e a seus familiares, conforme o caso;

II - Encaminhar à Coordenação Central, os seus cronogramas de atividades;

III - Estabelecer data, horário, local de reuniões do Subgrupo;

IV - Subordinar-se às diretrizes estabelecidas pelo regimento para definição de linha de ação pastoral, com vistas ao que estabelece o estatuto, adequando as peculiaridades de suas atividades;

V - Manter informado o Conselho das atividades mais importantes, submetendo a sua aprovação àquelas iniciativas que envolvam o Movimento;

VI - Interagir com a Diretoria Espiritual, no caso de iniciativas do tipo formativo ou religioso;

VII - Nomear auxiliares para a realização dos trabalhos inerentes ao Subgrupo;

VIII - Apresentar a Coordenação Central relatório de realização das atividades coordenadas, ao final de cada ano;

IX - Realizar atividades promocionais visando angariar recursos para custear as despesas com suas atividades;

X - Prestar contas à Coordenação Central das receitas e despesas de todas as arrecadações auferidas em atividades promocionais de qualquer natureza;

XI - Formar seus membros para desempenho do trabalho do Subgrupo, de acordo com as diretrizes da pastoral;

XII - Estabelecer contato com as autoridades civis inerentes à sua pastoral;

XIII – Enviar matéria relativa às suas atividades para divulgação no Informativo do Movimento JOIA.

TÍTULO VI - DOS DIREITOS E DEVERES DOS MEMBROS

Art. 22- Poderá ingressar no Movimento JOIA qualquer pessoa que tenha 18 anos, classificados em atuantes e de apoio com os seguintes direitos e obrigações:

I - Todos os membros do movimento tem o dever cristão de ter um comportamento social adequado, pautado nos princípios morais e religiosos, donde predomine o respeito pela pessoa humana, independente de qualquer condição social ou distinção de qualquer natureza;

II - Tem o dever social de se comportar de maneira correta tanto em reuniões do grupo como em atividades externas, quando representando o Movimento;

III - Fica assegurado o direito de defesa em qualquer instância;

IV - Tem o direito de manifestar ao Conselho ou Coordenação Central, sugestões, elogios ecríticas que visem ao crescimento do Movimento;

V - Contribuir financeiramente, dentro de suas possibilidades, para o desenvolvimento das atividades do Movimento;

VI - Zelar pela manutenção do acervo patrimonial do Movimento;

VII - participar das atividades do Movimento quando convocado, observado o número devagas disponíveis e os critérios de prioridades;

VIII - Participar das reuniões gerais e daquelas de trabalhos específicos em que esteja trabalhando e demais reuniões quando convocado;

IX - Votar e ser votado, observados os critérios do pleito;

X - Desempenhar cargos administrativos quando convocado;

XI - Cumprir com seriedade e responsabilidade quaisquer atividades às quais tenha se comprometido oficialmente;

XII - Zelar pelo nome do Movimento, em atividades internas e externas do mesmo;

XIII - Não poderá fazer uso do nome do Movimento JOIA em atividades pessoais, salvo com autorização da Coordenação Central.

CAPÍTULO IV

DAS ELEIÇÕES, MANDATOS E POSSE

TÍTULO I - DO CONSELHO

Art. 23– O Conselho tem mandato ininterrupto, excetuando para os membros advindos de pleitos eleitorais ou nomeações pela Coordenação Central, os quais são substituídos na datada posse da coordenação eleita.

§ 1º- A Diretoria Espiritual, os ex-presidentes atuantes e o membro fundador tem mandato ininterrupto como membros do Conselho.

§ 2º- Os membros advindos de pleitos eleitorais ou nomeados pela Coordenação Central,são membros do Conselho durante o tempo do seu mandato.

Art. 24– Os membros do Conselho elegem o seu Presidente entre os ex-presidentes atuantes.

§ 1º- O Mandato do Presidente do Conselho é de 02 (dois) anos.

§ 2º- A eleição do Presidente do Conselho será realizada na metade do ano seguinte ao da eleição da Coordenação

TÍTULO II - DA COORDENAÇÃO CENTRAL

Art. 25- O Movimento JOIA é dirigido por uma Coordenação Central eleita, por voto secreto em Reunião Geral, para mandato de dois anos a contar da sua posse.

§1º- A Coordenação Central não poderá ser reeleita.

§ 2º- Consubstancia-se reeleição a chapa que mantenha o Presidente da gestão atual no cargo ou a Coordenação em sua totalidade, mesmo havendo troca de funções, inclusive o Presidente.

§ 3º- O Presidente apenas poderá candidatar-se novamente ao cargo de Presidente após decorridos 02 (dois) anos da última gestão.

Art. 26- São condições de elegibilidade para os cargos da Coordenação Central, na formado presente regimento:

I - Obedecer aos princípios cristãos da Igreja Católica Apostólica Romana;

II - Ter idade igual ou superior a 23 (vinte e três) anos para Presidente e igual ou superior a20 (vinte) anos para os demais cargos;

III - Estar participando ativamente do Movimento, no mínimo 05 (cinco) anos para Presidentee Vice-Presidente e 02 (dois) anos para os demais cargos;

IV - Ter vivência cristã e dar testemunho de vida;

V - Ter idoneidade cadastral.

Art. 27- A chapa para concorrer a eleição da Coordenação Central será formada obedecidos os seguintes requisitos:

I - Participação de ao menos dois membros com experiência e conhecimento do Movimentode no mínimo 05 (cinco) anos;

II - Participação de ao menos uma mulher, assegurando representatividade feminina na Coordenação Central;

III - Participação de ao menos um homem, assegurando representatividade masculina na Coordenação Central;

IV - Participação de ao menos um membro casado, assegurando representatividade dos casais na Coordenação Central;

V - Participação de ao menos um membro solteiro, assegurando representatividade dos solteiros na Coordenação Central;

VI - Participação de ao menos um membro com menos de 05 (cinco) anos de Movimento, assegurando representatividade dos mais novos de Movimento.

Art. 28- Respeitados os requisitos estabelecidos neste Regimento, os membros interessados em concorrer à eleição da Coordenação Central deverão:

I - Apresentar ao Conselho a identificação de sua chapa até 20 de novembro;

II - Participar de reunião geral convocada pelo Conselho com objetivo específico de apresentação aos membros do JOIA.

Art. 29- Não será permitida qualquer tipo de campanha político-partidária, por ocasião daeleição dos candidatos.

Art. 30- O pleito eleitoral, será dirigido pelo Conselho e obedecerá às seguintes regras:

I - O Conselho divulgará até o 7º (sétimo) dia de dezembro, as chapas inscritas para a eleição;

II - A eleição se dará na primeira quinzena de dezembro;

III - Será eleita a chapa que obtiver maior número de votos;

IV - Em caso de empate em quaisquer votações a pessoa que dirige o processo eleitoral tirará a sorte (Atos 1 15-26);

Art. 31- Terá direito a voto todo joista atuante, com mais de 03 (três) meses de participação no Movimento.

Art. 32- A posse da Coordenação Central será feita pelo Bispo, Diretor Espiritual ou Vigárioda Paróquia ou Presidente do Conselho, no primeiro sábado do mês de Janeiro.

TÍTULO III - DA DIRETORIA ESPIRITUAL

Art. 33- O mandato da Diretoria Espiritual é por tempo indeterminado, com exceção dos membros leigos que não excederá de dois anos.

I - A Diretoria Espiritual será apreciada pela Mitra Arquidiocesana;

II - Os membros leigos integrantes da Diretoria Espiritual serão indicados pelo Conselho e aprovados pelo Diretor Espiritual consagrado;

III – Na Vacância do Diretor Espiritual Consagrado, o Conselho aprovará a indicação dos membros leigos.

TÍTULO IV - DAS EQUIPES DE APOIO

Art. 34- Os coordenadores de Equipes, que deverão ser joistas atuantes, nomeados pela Coordenação Central terão mandato pelo mesmo período da Coordenação Central.

I - Na vacância do coordenador de Equipe de Apoio, a Coordenação Central deverá nomear novo titular e apresentar ao conselho.

TÍTULO V - DOS SUBGRUPOS

Art. 35- Os Subgrupos são dirigidos por um coordenador eleito por voto secreto, em reunião do Subgrupo, para mandato de 02 (dois) anos.

I - O Coordenador de Subgrupo não poderá ser reeleito;

II - O Coordenador apenas poderá candidatar-se novamente ao cargo de Coordenador após decorridos 02 (dois) anos da última gestão.

Art. 36- São condições de elegibilidade para o cargo de Coordenador de Subgrupo, naforma do presente Regimento:

I - Ser Joista;

II - Ser membro atuante do Subgrupo;

III - Ter vivência cristã e dar testemunho de vida;

IV - Obedecer aos princípios cristãos da Igreja Católica Apostólica Romana;

V - Ter conhecimento do Subgrupo;

VI - Estar no Subgrupo há mais de 02 (dois) anos;

VII - Ter idade mínima de 20 anos.

Art. 37- Os Coordenadores de Subgrupos serão escolhidos mediante os seguintes critérios:

I - Os membros dos Subgrupos escolherão, em seu Subgrupo por votação até o limite de 5 (cinco) candidatos, antes do dia 20 de novembro;

II - Encaminharão ao Conselho , que diminuirá para até 02 (dois);

III - Os membros farão a eleição entre os candidatos indicados pelo Conselho;

IV - O processo de eleição deverá ser concluído até o final da primeira quinzena de dezembro dirigido pelo coordenador do subgrupo.

§ 1º- Será vencedor aquele que obtiver maior número de votos.

§ 2º- Em caso de empate em quaisquer votações a pessoa que dirige o processo eleitoral tirará a sorte; (At 1, 15-26)

§ 3º- O Coordenador eleito escolherá o seu vice-coordenador.

Art. 38- Os Coordenadores de Subgrupos eleitos serão empossados em data coincidente àda Coordenação Central.

I - A posse dos Coordenadores dos Subgrupos será feita pela Coordenação Central eleita;

II – Na vacância do Coordenador assume o Vice-coordenador

CAPITULO V

DOS ENCONTROS

TÍTULO I - DA DEFINIÇÃO E FINALIDADE

Art. 39- Os encontros, no âmbito do JOIA, são cursos de evangelização de jovens e adultos, sem distinção de raça, nacionalidade, sexo ou condição social, objetivando a conversão e iniciação nos princípios da fé católica.

I - Os encontros serão realizados em número máximo de 04 (quatro) por ano, sendo 02(dois) masculinos e 02 (dois) femininos.

TÍTULO II - ELEGIBILIDADE DE CANDIDATOS A COORDENADORES

Art. 40- São condições de elegibilidade para o cargo de coordenador do Encontro, a serem consideradas pelo Conselho:

I - Ter participado de, no mínimo, 04 Encontros;

II - Ter conhecimento das funções e estrutura do Encontro;

III - Ter apresentado pelo menos um elo ou meditação;

IV - Ser membro ativo do Movimento;

V - Ter vivência cristã, coerência com os princípios católicos e conhecimento mínimo da doutrina;

Art. 41- O processo de escolha dos candidatos a coordenador de Encontro deverá obedecer às seguintes rotinas e requisitos:

I - A Coordenação Central convocará o Conselho para seleção de candidatos a coordenadorde encontro de forma que sejam obedecidas as datas agendadas para realização do Encontro;

II - O Conselho se reunirá e definirá os candidatos da seguinte forma:

a) cada conselheiro poderá indicar membro a concorrer;

b) os conselheiros avaliam cada membro sob critérios definidos no artigo 40 deste Regimento;

c) há votação para verificação do número de conselheiros favoráveis à inclusão do membro na lista de elegíveis;

d) repetem-se as rotinas das alíneas de "a" a "c" enquanto houver manifestação pró elegível;

e) o Conselho apresenta oficialmente a Coordenação Central a relação dos candidatos com classificação em número de votos;

f) o Encontro deverá ser coordenado, preferencialmente, por membro que ainda não tenha coordenado outro Encontro JOIA.

Parágrafo Único- A Coordenação Central e Conselho deverão concluir o processo de forma que o coordenador do Encontro tenha no mínimo 90 (noventa) dias para preparar o Encontro.

TÍTULO III - DA ELEIÇÃO E POSSE

Art. 42. A Coordenação, de posse da lista de classificação de candidatos selecionados pelo Conselho, deverá adotar as seguintes providências:

I - Dar a conhecer aos candidatos seus direitos e obrigações se eleito, conforme Regimento Interno e Guia do Operário Coordenador;

II - Marcar data para realização das eleições;

III - Administrar as eleições;

IV- Em caso de empate em quaisquer votações a pessoa que dirige o processo eleitoral tirará a sorte (Atos 1, 15-26);

V - Dar posse ao Coordenador eleito, passando-lhe a pasta com suas funções.

TÍTULO IV - DA PREPARAÇÃO

Art. 43- A preparação é o período que antecede a realização do Encontro, e tem como objetivo a convocação de operários e desenvolvimento de trabalhos visando que até a datada realização do Encontro tenham sido adotadas as providências previstas no Guia do Operário Coordenador, obedecidos os seguintes critérios:

I -Todas as despesas serão custeadas pelos operários e pelos futuros joistas, que contribuirão com uma taxa idêntica, cujo valor será definido pelos coordenadores e tesoureiros, até a terceira semana após o início das reuniões de preparação, observando:

a) o valor da taxa será estabelecido em cada Encontro, em valor suficiente para

cobertura de todas as despesas;

b) caso um operário comprovadamente não tenha condições de pagar a taxa de contribuição, este poderá fazer doação de gênero alimentício e ainda caso não seja possível nenhum tipo de doação, o mesmo não ficará impedido de ir ao Encontro;

c) o cursista que não tenha condições financeiras de pagar a taxa ficará isento, parcial outotal, da mesma.

II - Deverão ser convidados para trabalhar no Encontro. joistas que atuam nos Subgrupos, nas Equipes e nas reuniões ordinárias do Movimento.

a) joistas não atuantes somente devem ser convidados quando a Equipe não for preenchida por atuantes;

b) considera-se joista não atuante aquela pessoa que se afastar das atividades do Movimento ou Subgrupo, por período superior a três meses;

c) leigos que não fizeram o curso, em hipótese nenhuma poderão trabalhar;

d) deve-se evitar que um membro atue várias vezes numa mesma função.

III - Os elistas serão escolhidos pelos coordenadores do Encontro, com anuência da Coordenação Central e Direção Espiritual, observado que:

a) ter vivência cristã, coerência com os princípios católicos e conhecimento mínimo da doutrina;

b) todos os elistas receberão ao ser escolhido um roteiro básico da palestra que irá proferir;

c) os roteiros deverão ser elaborados pela Coordenadoria da Equipe de Formação, podendo ter a colaboração de outros membros de comprovado conhecimento dos elos e meditações;

d) os elos e meditações deverão ser apresentados em testes de Elos, em seu conteúdo completo.

IV- As reuniões de preparação tem como objetivo o crescimento espiritual e conhecimentomutuo dos operários, mediante palestras, dinâmicas ou outra forma de apresentação;

V - Durante o período de preparação dos Encontros, a Coordenação Central dará preferência para a reunião de preparação dos Encontros;

VI - Será de responsabilidade dos coordenadores do Encontro a organização das reuniõesde preparação do mesmo. No entanto, a Coordenação Central poderá ter um tempo para tratar de assuntos gerais, do interesse de todos os participantes;

VII - O operário que faltar a quatro reuniões de preparação, consecutivas ou não, será cortado do Encontro;

VIII - O número dos operários que trabalharão no Encontro fica limitado a quantidade descrita no Guia do Coordenador do Encontro;

IX – Faz parte da preparação do Encontro um retiro de um dia e um dia de domingo festivo.

Parágrafo Único– Os coordenadores do Retiro serão escolhidos pelos coordenadores do Encontro com anuência da Diretoria Espiritual.

TÍTULO V - DA REALIZAÇÃO

Art. 44- O Encontro se inicia na sexta-feira, com saída dos cursistas e operários de local definido, em condução apropriada. permanecendo no local onde se realizará o encontro até domingo à noite.

I - Durante o encontro nenhum cursista ou operário poderá se ausentar, salvo com anuênciada Coordenação do encontro e de motivo de força maior, com exceção do operário deligação;

II - No decorrer de todo o encontro os operários devem se manter em orações frequentes visando o êxito do Encontro.

TITULO VI - DA CHEGADA

Art. 45- A chegada dos neo-joistas e operários se dará em local previamente definido pelo Coordenador da Equipe de externa.

Art. 46- No local da chegada deverão estar presentes, além dos operários e cursistas, os demais membros do Movimento JOIA, deverão ser convidados a Diretoria Espiritual e familiares dos neo-joistas.

TITULO VI - DA COMISSÃO DE PÓS-ENCONTRO

Art. 47- Os Coordenadores de Caminhada também coordenarão o Pós-Encontro.

Art. 48- Compete aos Coordenadores e Elistas:

I - Aprofundar nos estudos bíblicos, catequéticos, doutrinários, etc;

II - Integrar os neo-joistas ao Movimento;

III - Acolher e acompanhar os neo-joistas;

IV - Orientar os neo-joistas para engajamento em Equipes e subgrupos.

Art. 49- Os trabalhos da Coordenação Pós-Encontro terão uma duração de 4 (quatro) semanas, após a realização do Encontro, salvo excepcionalidades.

TÍTULO VIII - DAS PESSOAS QUE FARÃO O ENCONTRO

Art. 50- Na escolha das pessoas que farão o Encontro deverão ser observados os seguintes critérios:

I - Ter idade mínima de 18 anos, observado o art. 14 do Estatuto e Art. 22 deste Regimento;

II - Ser católico, preferencialmente;

§ 1º- serão chamados a fazer o encontro àquelas pessoas que residam na cidade, no Distrito Federal, no entorno e outros Estados, sucessivamente.

§ 2º- em se tratando de pessoa não cató1ica, a participação no encontro dependerá de critério da Coordenação do Encontro e Direção Espiritual.

 

TÍTULO IX - DAS NORMAS GERAIS SOBRE O ENCONTRO

Art. 51- Para a realização dos Encontros devem ser observadas as seguintes regras:

I - Não permitir a utilização de qualquer equipamento sonoro e/ou TV, vídeo, telefone celular, salvo para comprovada finalidade relativa ao Encontro;

II - Evitar exageradas ornamentações, devendo estas serem de caráter simples, singelas e de sentido cristão;

III - É de responsabilidade da Secretária do Encontro preparar, levar, quando for o caso, e devolver todo o material apanhado na Secretaria do Movimento, com o devido acerto;

IV – Em caso de extravio de materiais, serão ressarcidos junto ao Secretário do Encontro;

V – As demais especificidades relativas ao Encontro constam da pasta do guia do Coordenador.

CAPÍTULO VI

DO RETIRO DE CARNAVAL

Art. 52- O Retiro é realizado no período de Carnaval, em local agendado pela Coordenação Central, objetivando o crescimento espiritual do Movimento, observando os seguintes critérios:

I - Os pré-requisitos para coordenação do retiro obedecerá aos ditames do art. 40;

II - A coordenação do Retiro estará a cargo conjuntamente de um joista e uma joista;

III - A coordenação do retiro será designada pela Coordenação Central do ano anterior a realização do retiro, com anuência do Conselho;

IV - Será dada preferência a participar do retiro de carnaval sucessivamente:

a) joistas atuantes;

b) joistas não atuantes;

c) familiares de joistas atuantes ou não atuantes;

e) comunidade em geral.

Art. 53- Ficará a cargo da Coordenação Central e Diretoria Espiritual a tematização e normatização administrativa do retiro, podendo convocar o Conselho ou, ainda, delegar competência aos coordenadores do retiro.

CAPITULO VII

DOS ENCONTROS DO SUBGRUPO E REENCONTRO

Art. 54- Os Subgrupos poderão promover, no âmbito de suas atribuições, Encontros específicos que visem atender os seus objetivos, devendo para tanto observar os seguintes critérios:

I - Marcar data compatível com a programação do Movimento, conforme calendário da Coordenação Central;

II - Adotar as providências necessárias junto as autoridades civis que envolvam a realização do Encontro, bem como colaboradores não pertencentes ao JOIA;

III - Providenciar para que, no âmbito do Subgrupo, haja recursos suficientes para custear 100% (cem por cento) do evento;

IV - Submeter a programação ao Conselho, via Coordenação Central.,

V - Subordinar-se à linha geral adotada para escolha de Coordenadores (art. 40), especialmente quanto à sua capacitação, vivência cristã e identidade com o Movimento;

VI - Subordinar-se a linha geral adotada para escolha de Operários, especialmente quanto a sua atuação no Movimento, Subgrupos Equipe e qualificação para fazer palestras;

VII - Responsabilizar-se integralmente pelo acervo patrimonial e de secretaria que for solicitado a secretaria do Movimento, fazendo a solicitação do empréstimo e respectiva devolução.

Parágrafo Único- Para adequação as peculiaridades de cada Encontro o Coordenador do Subgrupo deve reunir-se com a Coordenação Central.

Art. 55- O Reencontro, no âmbito do Movimento JOIA, destina-se preferencialmente aos Membros atuantes, realizado durante três dias, e tem por objetivo o fortalecimento da formação de seus membros, seja no aspecto espiritual, doutrinário, dogmático ou, ainda, com objetivos específicos definidos pelo Conselho, Coordenação Central e Diretoria Espiritual, devendo obedecer aos seguintes critérios:

I - Ser realizado quando possível em data compatível com a programação das atividades ordinárias do Movimento;

II - Adotar as providências com pessoas externas ao Movimento para viabilização do Reencontro, se for o caso;

III - Subordinar-se à linha geral adotada para escolha de Coordenadores, conforme art. 40, especialmente quanto à sua capacitação e identidade com o Movimento;

IV - Formação de Equipe de Trabalho com aptidões para fortalecimento do conhecimento ou experiência espiritual do Grupo, podendo, ainda, enriquecer a Equipe com pessoas externas ao Movimento;

V - Estabelecer taxa em valor suficiente a suportar a plenitude das despesas com o Reencontro.

Parágrafo Único– O Movimento JOIA poderá substituí-lo por um Correntão, que consiste em um dia completo de reunião geral do Movimento, ou por vários retiros.

CAPÍTULO VIII - DAS NORMAS ADMINISTRATIVAS

TITULO I - DA FORMAÇÃO E DISSOLUÇÃO DE EQUIPES E SUBGRUPOS

Art. 56- Qualquer membro atuante poderá propor a criação de Subgrupos ou Equipes deapoio que será apreciada pelo Conselho e, em sendo aprovada, passará a entrar em vigor.

I - A proposta deverá ser apresentada com justificativa, definição das atividades, nome do Subgrupo ou Equipe;

II - Se aprovada a proposta de criação de Subgrupo/Equipe, suas atividades iniciar-se-ão imediatamente à sanção;

III - Para aprovar a criação de Subgrupo ou de Equipe de apoio, o Conselho observará alinha ou as atividades a que se propõe o projeto.

Art. 57- Os trabalhos assistenciais, objetivo secundário do Movimento, poderão ser prestados pelo Movimento como um todo. Todavia deve ser exercido, quando necessário, via atividades dos Subgrupos observado que:

I - Poderão ser dispensados trabalhos assistenciais à clientela do Subgrupo, assim como aseus familiares;

II - Em todo trabalho de Assistência Social, deverá ser observada a disponibilidade financeirado Subgrupo ou do Movimento, de forma a não prejudicar as atividades ordinárias.

TÍTULO II - DA MOVIMENTACÃO FINANCEIRA

Art. 58- O Movimento JOIA administrará os recursos financeiros obedecendo às seguintes normas:

I - Manter uma conta bancária para a movimentação das receitas e despesas;

II - Toda movimentação bancária será assinada conjuntamente pelo Presidente ou Vice-Presidente, e o titular da Tesouraria, conforme a ata de Posse.

III - Toda despesa deverá ser autorizada pelo Presidente ou por autoridade por ele oficialmente delegada;

IV - Toda despesa realizada deverá ser comprovada por documento fiscal ou recibo assinado pelo favorecido;

V - O Tesoureiro fará trimestralmente e anualmente o demonstrativo das receitas edespesas, que deverá ser tornado público.

Art. 59- Constituem-se receitas quaisquer doações, contribuições ou recursos advindos deatividades promocionais no âmbito do Movimento.

Parágrafo ÚnicoOs Subgrupos e Equipes de Apoio deverão prestar contas de todas as atividades promocionais realizadas à Tesouraria Central.

Art. 60- As despesas do Movimento serão com compra de equipamentos e materiais necessários às atividades evangelizadoras e de outras atividades de cunho social.

Parágrafo Único- As prioridades de despesas, bem como auxílios a Subgrupos e atividades do Movimento são da competência da Coordenação do Movimento JOIA.

CAPITULO IX

DAS REUNIÕES

TITULO I - DO CONSELHO

Art. 61- O Conselho reunir-se-á mensalmente para deliberar sobre matérias de sua competência e, em especial para:

a) ouvir, avaliar e opinar sobre o desenvolvimento das atividades da Coordenação Central do Movimento e de suas Equipes de Apoio e subgrupos;

b) decidir sobre assuntos a ele submetidos no período;

c) desempenhar as atividades necessárias para cumprimento dos trabalhos de

indicação de candidatos a cargos eletivos na forma e períodos dispostos no presente Regimento;

d) demais assuntos que os conselheiros julguem conveniente.

Parágrafo Único- O Conselho poderá ser convocado para reuniões extraordinárias por solicitação da Coordenação Central ou da Presidência do Conselho.

Art. 62- Os conselheiros devem participar das reuniões gerais dos Membros do Movimento JOIA.

TÍTULO II - DA COORDENAÇÃO CENTRAL

Art. 63- Os integrantes da Coordenação Central, deverão participar das reuniões do Conselho e, enquanto Coordenação Central devendo ainda:

I - Reunir-se quando necessário com os Coordenadores dos Subgrupos e das Equipes deApoio, objetivando a organização administrativa de suas atividades, bem como manter odirecionamento do movimento;

II - Reunir-se com a Diretoria Espiritual, de acordo com a disponibilidade desta, para decidir sobre assuntos de sua competência;

III – Reunir-se, entre si, sempre que se fizer necessário;

IV - Participar das reuniões em que for convidada observada a sua disponibilidade do tempo;

V - Participar das reuniões gerais dos Membros do Movimento.

TITULO III - DA DIRETORIA ESPIRITUAL

Art. 64- A Diretoria Espiritual deverá reunir-se sempre que se fizer necessário para decidir sobre assuntos de sua competência e, ainda:

I - Participar de reuniões de Conselho;

II - Participar de reuniões com a Coordenação Central, quando convidada;

III - Participar das reuniões gerais dos Membros do Movimento;

IV - Participar da reunião da Equipe de Formação e da Comissão Pós-Encontro.

TITULO IV - DAS EQUIPES DE APOIO

Art. 65- Cada Equipe de apoio deve definir, entre seus membros, a periodicidade necessária para o bom desempenho de seus trabalhos, e ainda:

I - Participar das reuniões de Conselho, como conselheiro, o Coordenador ou representante por ele indicado;

II - Participar quando convocado das reuniões com a Coordenação Central;

III - Participar das reuniões gerais dos membros do Movimento.

TÍTULO V - DOS SUBGRUPOS

Art. 66- Cada Subgrupo deverá reunir-se na periodicidade definida em sua Equipe e em local definido pelo Coordenador do Subgrupo.

Art. 67- Além das reuniões mencionadas no art. 64 os coordenadores dos Subgrupos deverão participar das seguintes reuniões:

I - Reuniões de Conselho;

II - Reunião com a Coordenação Central, quando convocado;

III - Reuniões gerais dos membros do Movimento.

TÍTULO VI - DOS MEMBROS

Art. 68- As reuniões gerais dos membros são realizadas aos sábados, preferencialmente às 18h00min, na Sede do Movimento JOIA – SMT Área Especial nº 1 Taguatinga Sul – DF, com duração de 2 horas, para as quais são convocados todos os membros do Movimento.

I - As reuniões, em regra geral, são abertas a todos quantos queiram dela participar, ainda que não sejam membros do Movimento, ressalvadas aquelas em que, anteriormente, a Coordenação Central avisar que será de caráter restrito a membros do JOIA;

II - As reuniões serão coordenadas pela Coordenação Central ou por pessoa(s) por ela delegada;

III - Sempre que houver eleições nas reuniões gerais de membros, a Coordenação deverá informar antecipadamente;

IV - Quando a reunião não puder ser realizada no local descrito no caput deste artigo, porqualquer motivo, a Coordenação Central deverá veicular e fazer saber aos membros o novolocal da reunião;

V - As reuniões tem como objetivo o crescimento espiritual, a vivência do evangelho atravésde palestras, debates, dinâmicas, orações, cantos, testemunhos e outras formas, dentro dosobjetivos propostos;

VI - Os avisos de interesse do Movimento serão comunicados ao final das reuniões, deforma a obedecer o horário de reunião;

VII - Qualquer membro pode sugerir tema ou pessoa a coordenar a reunião geral. Todavia asugestão será apreciada pela Coordenação Central.

 

CAPITULO X

DAS ATIVIDADES RELIGIOSAS, CULTURAIS, SOCIAIS E ESPORTIVAS

Art. 69- As atividades sócio-culturais-esportivas, são de responsabilidade das Equipes deEsporte e de Promoções e Festas, tendo suas programações analisadas e aprovadas, de acordo com o calendário do Movimento, pela Coordenação Central.

Art. 70- O Movimento poderá desenvolver atividades de cunho social visando integrar e confraternizar os membros do grupo, podendo ser extensiva a comunidade externa.

I - As atividades esportivas terão como objetivo a integração e maior união entre os membrosdo grupo e da comunidade externa;

II - Essas atividades serão realizadas, preferencialmente, nos finais de semana ou feriados. Deverá predominar o caráter esportivo, de respeito e amizade entre todos os participantes.

III – Participar das atividades solicitadas pela Arquidiocese.

CAPITULO XI

DO AFASTAMENTO DOS MEMBROS DA COORDENAÇÃO CENTRAL

Art. 71- Ocorrendo a vacância do Presidente, assumirá o Vice-Presidente

I - Na vacância do Vice-Presidente, assumirá o Primeiro Secretário;

II - Na vacância do Primeiro Secretário, assumirá o Segundo Secretário;

III - Na vacância do Segundo Secretário, o Conselho reunir-se-á para decidir sobre a substituição;

Parágrafo Único- Na vacância de dois ou mais membros da Coordenação Central, o Conselho reunir-se-á para decidir sobre a substituição, observando o artigo 26.

CAPÍTULO XII

DAS PENALIDADES E SANÇÕES

Art. 72- O afastamento de qualquer um dos membros da Coordenação Central, por julgamento disciplinar ou de ordem legal, será realizado por decisão do Conselho, conforme Art. 4º deste regimento, garantida ampla defesa.

Art. 73- Todos os membros do movimento estarão sujeitos a penalidades e sanções aplicadas pela autoridade competente, segundo os critérios a seguir:

I - Qualquer membro poderá ser afastado do grupo ou atividade, se vier a faltar aos princípios cristãos, de caráter social, moral ou financeira referentes a qualquer pessoa, sejado movimento ou não;

II - No caso de que trata o item anterior, a Coordenação Central convocará imediatamente o Conselho para apuração de responsabilidades e pena a ser aplicada, que poderá ser:

a) advertência verbal;

b) advertência por escrito;

c) afastamento do Movimento, por tempo definido pelo Conselho.

III - Para que o Conselho decida sobre questões disciplinares é necessário que haja representação por escrito da parte interessada.

IV - O afastamento se dará se a natureza da transgressão for considerada grave que resulte em ofensas religiosas ou pessoais que possam comprometer o nome da instituição;

V - Fica assegurado o direito de defesa a pessoa que for julgada, via apresentação derecurso.

CAPÍTULO XIII

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 74– O Movimento deverá adotar como logotipo em camisetas, pastas, crachás, adesivos ou qualquer outra forma de divulgação, o nome "MOVIMENTO JOIA'.

Art. 75- Das reuniões do Conselho serão lavradas atas circunstanciadas, e da Coordenação Central quando se fizerem necessárias.

Parágrafo Único- Essas atas serão lavradas em livro próprio ou digitadas e assinadas pelos participantes.

Art. 76- Toda decisão tomada pelo Conselho que se refira a alteração estatutária our egimental, deverá ter a ata registrada em cartório.

Art. 77- Para ter direito a participação no Conselho, como conselheiro o ex-presidente deverá estar atuante no movimento JOIA.

Art. 78- Ocorrerá revisão deste regimento num prazo de 04 (quatro) anos a contar da sua aprovação, ou antes, se houver necessidade.

Art. 79– Elaboração de guias para as equipes de apoio.